Resenha O código Da Vinci - Dan Brown

Olá gente!

Hoje a resenha é sobre um best-seller, com 80 milhões de livros vendidos em todo o mundo desde o seu lançamento, " O código Da Vinci" se tornou um fenômeno literário.

O Código Da VinciUm assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso simbologista de Harvard, podem desvendar. Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica. Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando com perfeição os ingredientes de uma envolvente história de suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade. "O Código da Vinci" prende o leitor da primeira à última página.


Título Original: The Da Vinci code           Editora: Arqueiro


                          ISBN: 8575421131                                  Ano: 2004
                         Páginas: 423                                         Tradutor: Celina Cavalcante Falck-Cook


Mais uma vez o livro de Dan Brown tem Robert Langdon  como personagem principal e peça chave para desvendar os mistérios da história. Robert está na França após uma palestra e é procurado e levado até o museu do Louvre . Chegando no museu o chefe de polícia leva Robert até uma área isolada e mostra que Jacques Sauniére foi assassinado.
 Robert então tenta decifrar os símbolos deixados junto ao corpo, que são identificados como símbolos da Deusa, uma estrela de cinco pontas, uma sequência de números, o homem está nu na posição do homem vitruviano, e a pista mais importante que põe Langdon como o principal suspeito, Saunière escrever PS: procure Robert Langdon.
 No meio da conversa de Langdon com o policial chega a criptografa Sophie Neveu dizendo ter descoberto o que significava a sequência de números e pede para Langdon ligar para sua secretária eletrônica porque lá tem uma mensagem da embaixada americana.
 Enquanto tudo isso acontece, temos a visão dos assassinos. Silas vai até a igreja de Saint-Suplice, acreditando ter encontrado a pedra chave da sociedade Priorado de Sião, que como diz a lenda fica sob o símbolo da rosa. Porém, Silas não encontra a pedra e quando a freira e vigilante da pedra tenta avisar aos guardiões ele a mata. 
 Os quatro guardiões da pedra chave estão mortos, temos o Opus dei correndo atrás para encontrá-la e muitos traidores dispostos á ajudar. Com Robert e Sophie correndo contra o tempo para encontrar a pedra e cumprir um pedido de Jaques Saunière, o livro é cheio de ação, mistérios e reviravoltas.

Eu gostei muito de Código Da Vinci, apesar de ter gostado mais de O símbolo Perdido. Achei que Robert não foi tão útil nesse livro como era nos outros, mas é justificável porque sua parceira de aventura era também muito inteligente. Os enigmas do livro são muito interessantes e na minha opinião, fizeram muito sentido, além de todas as conversas, explicações, formas de fuga, eu achei tudo muito interessante e criativo.

"-Meus amigos que são cristãos fervorosos acham que Cristo literalmente caminhou sobre as águas, literalmente transformou água em vinho e que realmente nasceu de uma virgem.
- É exatamente o que estou lhe dizendo - respondeu Langdon - a alegoria religiosa tornou-se parte do tecido da realidade. E viver nessa realidade ajuda milhares de pessoas a enfrentarem os desafios da vida e a serem melhores.
 - Só que a realidade na qual acreditam é falsa.
Langdon deixou escapar uma risadinha
 - Não é mais falsa do que uma criptógrafa matemática que acredita no número imaginário i porque este ajuda a decifrar códigos.
Sophie franziu o cenho.
- Golpe baixo, o seu.
- Qual foi mesmo sua pergunta? - indagou Langdon.
- Não consigo me lembrar.
Ele sorriu.
- Isso nunca falha.

 Agora a questão que criou tanta discussão e polêmica na época do lançamento, religião. Eu não achei o código Da Vinci nem um pouco ofensivo, tudo que é dito desde Maria Madalena até a história de demonização dos símbolos pela igreja são hipóteses e ficção, esse é um livro de ficção. Acredita que se você tem fé em alguma coisa, acredita naquilo plenamente, não vai ser um simples livro ficcional ou a opinião dos outros que vai mudar alguma coisa, existem muitas pessoas com as mais variadas opiniões religiosas e temos que ter a mente aberta para refletir, sobre o que você realmente pensa daquilo. 
 O livro cria uma corrida entre o Priorado de Sião e o Opus Dei, o primeiro é uma sociedade religiosa que acredita nos Símbolos da Deusa e nos enigmas de quadros , o que você não deve ter como religião, se essa é a visão deles, não é uma critica e sim a crença religiosa dos participantes da sociedade, já a segunda é o Opus Dei, um grupo radical da igreja católica que tenta manter o hiper tradicionalismo, e todo o sofrimento e filosofia é deles , o que também não faz da opinião deles a sua.
 Claro, que se você se sente incomodado com algo diferente da sua opinião não leia o código Da Vinci, por que todas essas questões realmente vão te incomodar, e eu não critico , tenho muitos amigos que não gostaram mesmo, mas se você é como eu que se interessa sobre essas sociedades e não se importa em ver a desconstrução de uma tradição, ou melhor tradições, sob seus olhos, eu indico O Código Da Vinci.

Sou totalmente imparcial em questões religiosas, por isso não estou criticando, isso foi só uma opinião e um alerta para você que não gosta, poderia te ofender o que diz no livro.

Eu adorei O Código Da Vinci, como disse no inicio prefiro O Símbolo Perdido, mas gostei muito mesmo, por um pouquinho não ganha cinco estrelas. Me digam o que vocês pensam sobre o livro.

BEIJOS.
AMY XO


200 anos de Orgulho e Preconceito .

Olá gente!!

 Esse ano o livro " Orgulho e Preconceito" de Jane Austen, que se tornou um fenômeno mundial e fez de Jane a maior autora feminina de todos os tempos. Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre esse obra,  mas vou logo adiantado, se você nunca leu deve ler.

 Orgulho e Preconceito é um romance britânico de Jane Austen publicado em 1813. Primeiramente foi chamado First Impressions mas nunca foi publicado sob este título, Jane intitulou o livro de Pride and Prejudice na revisão dos livros, dizem que o livro foi entitulado assim por causa do último capítulo do livro Fanny Burney de Cecilia chamado Pride and Prejudice. Acredita-se que foi vendido cerca de 20 milhões de cópias no mundo.

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Primeira edição.

No início do romance, Mr. Bingley, um jovem e saudável cavalheiro, aluga uma propriedade no campo chamada Netherfield, perto dos Bennet. Ele chega à cidade acompanhado de sua irmã, Caroline Bingley, e de um amigo, Mr. Darcy. Enquanto Bingley é bem recebido pela comunidade, Darcy mantém uma postura mais distante e desconfiada com relação às pessoas do campo. Bingley e Jane Bennet iniciam um relacionamento, a despeito das interferências inadequadas e embaraçosas de Mrs. Bennet e da oposição da irmã de Bingley, que considera Jane socialmente inferior. Enquanto isso, Elizabeth é “ferida” pela rejeição de Darcy durante uma dança local, e decide rebater a indiferença dele com sua perspicácia e espirituosidade.
Elizabeth começa, por sua vez, uma amizade com Mr. Wickham, um oficial que tem animosidades com Darcy. Wickham conta a ela que foi maltratado pelo mesmo, e Elizabeth imediatamente soma tais informações entre os motivos de seu ódio a Darcy. Ironicamente, mas sem o conhecimento dela, Darcy começa a se interessar, aos poucos, por Elizabeth.
Quando Bingley parece resolvido a propor casamento a Jane, ele deixa repentinamente Netherfield, deixando Jane confusa e desapontada. Elizabeth se convence de que as irmãs de Bingley e Darcy conspiraram para separar os dois apaixonados.
Após a partida de Bingley, Mr. Collins, o primo das Bennet que herdará Longbourn, chega e fica um tempo com os Bennets; ele é um clérigo apadrinhado de Lady Catherine de Bourgh, tia de Darcy, e além de ter vindo visitar sua patronesse, vem escolher, entre as irmãs Bennet, uma esposa. Mr. Bennet e Elizabeth não aprovam o seu comportamento egoísta e pedante; Collins se interessa por Jane, mas quando sabe de suas pretensões por Bingley, se volta para Elizabeth, a quem propõe casamento. Elizabeth o rejeita, para desgosto da inadequada Mrs. Bennet. Collins, então, propõe casamento para a amiga íntima de Elizabeth, Charlotte Lucas, que aceita.

Mediante a veemência das acusações de Elizabeth, Darcy lhe escreve uma carta, justificando suas ações. A carta revela, também, que Wickham dissipara seus bens, os quais o pai de Darcy concedera, e depois o acusara. Para se vingar da família de Darcy, Wickham seduzira sua jovem irmã Georgiana—para ganhar sua mão e a fortuna, persuadindo-a a fugir com ele—e depois a abandonara. Sobre Bingley e Jane, Darcy justifica suas ações sob a alegação de que Jane não parecia demonstrar reciprocidade no relacionamento com Bingley.Na primavera, Elizabeth acompanha Charlotte e seu primo à paróquia de Kent, que é vizinha de Rosings Park, a grande mansão da tia de Mr. Darcy, Lady Catherine de Bourgh. Ao visitar Lady Catherine, Mr. Darcy encontra Elizabeth, e ela acaba descobrindo que ele foi a causa da separação de Bingley e Jane. Depois, Darcy admite seu amor por Elizabeth e se declara, mas essa o recusa, sob a alegação de ele ter separado sua irmã de Bingley.
Darcy admite antevir desvantagens na ligação com a família de Elizabeth, especialmente com sua embaraçosa mãe e suas jovens irmãs. Após ler a carta, Elizabeth admite não depositar muita credibilidade nas ações de Wickham, e que suas primeiras impressões sobre Darcy podem não estar certas, e retorna para casa.
Alguns meses mais tarde, durante um passeio por Derbyshire com seus tios, Elizabeth visita Pemberley, a casa de Darcy. A caseira de Darcy, uma velha senhora que o criou desde a infância, presenteia Elizabeth e seus parentes com uma impressão benevolente e correta do caráter de Darcy. Inesperadamente, ele chega e trata Elizabeth e seus parentes com cordialidade, apresentando sua irmã Georgiana.
As relações entre Elizabeth e Darcy são interrompidas quando Lydia, a jovem irmã de Elizabeth, foge com Wickham que, na verdade, não tem planos de casar com ela. Tal fato pode significar a ruína da família dos Bennet. Sob a intervenção do tio de Elizabeth, porém, Lydia e Wickham se casam, e após o casamento, visitam Longbourn. Enquanto conversa com Elizabeth, Lydia comenta a presença de Darcy em seu casamento e, surpresa, Elizabeth acaba descobrindo que o verdadeiro responsável pelo casamento e pela salvação da honra de sua família foi Darcy.
Algum tempo depois, Bingley e Darcy retornam, Bingley propõe casamento a Jane, e há rumores de que Darcy proporá casamento a Elizabeth. Lady Catherine vai até Longbourn e confronta Elizabeth, ameaçando-a para que não aceite a proposta de Darcy. Elizabeth recusa obedecê-la e, quando Darcy a visita e lhe propõe casamento, ela aceita.

Popularidade Na época do lançamento

O romance foi bem recebido na época, e Jan Fergus o chama "her most popular novel, both with the public and with her family and friends" ("seu romance mais popular, tanto com o público, quanto com sua família e amigos"), e David Gilson, em A Bibliography of Jane Austen (Clarendon, 1982), revela que Pride and Prejudice foi referido como “o romance elegante” por Anne Isabella Milbanke, esposa de Lord Byron.

Popularidade Hoje em dia.


  • Em 2003, a BBC conduziu uma votação para o "UK's Best-Loved Book", em que Pride and Prejudice ficou em 2º lugar, depois apenas de The Lord of the Rings ( Senhos dos anéis).
  • Em 2008, entre mais de 15.000 leitores australianos, Pride and Prejudice figurou como 1º em uma lista dos 101 melhores livros já escritos.


Adaptações 


Cinema

  • 1940 - Pride and Prejudice, estrelando Greer Garson e Laurence Olivier.
  • 2003 - Pride & Prejudice: A Latter-Day Comedy, estrelando Kam Heskin e Orlando Seale .
  • 2004 - Bride & Prejudice, estrelando Aishwarya Rai, Martin Henderson, Nadira Babbar e Alexis Bledel. Produção de Bollywood, indústria do cinema indiano.
  • 2005 - Pride and Prejudice, dirigido por Joe Wright e estrelando Keira Knightley (indicada ao Oscar pela interpretação) e Matthew Macfadyen.

Televisão.





  • 1980- Pride and Prejudice, estrelando Elizabeth Garvie e David Rintoul.
  • 1995 - Pride and Prejudice, da BBC, feito para TV, estrelando Jennifer Ehle e Colin Firth.


    Teatro

    • 1936 – Versão teatral criada por Helen Jerome no St. James's Theatre, em Londres, estrelando Celia Johnson e Hugh Williams.
    • 1959 - First Impressions foi uma versão musical da Broadway, estrelando Polly Bergen, Farley Granger, e Hermione Gingold.
    • 1995 – Um álbum musical escrito por Bernard J. Taylor, com Peter Karrie no papel de Mr Darcy e Claire Moore no papel de Elizabeth. Bennet.
    • 2008 - Jane Austen's Pride and Prejudice, The New Musical foi apresentado em concerto em 21 de outubro em Rochester, Nova Iorque, com Colin Donnell como Darcy.

    Livros.

    Existem várias adaptações não fiéis ao original, porém inspirado pelo livro,
    Entre os livros inspirados em Pride and Prejudice podem ser citados:
    • Mr. Darcy's Daughters e The Exploits and Adventures of Miss Alethea Darcy, de Elizabeth Aston
    • Pemberley: Or Pride and Prejudice Continued e An Unequal Marriage: Or Pride and Prejudice Twenty Years Later de Emma Tennant
    • The Book of Ruth , de Helen Baker
    • Precipitation - A Continuation of Miss Jane Austen's Pride and Prejudice , de Helen Baker
    • Pemberley Remembered, de Mary Simonsen
    • Mr. Darcy Takes a Wife, de Linda Berdoll.
    • Pride and prejudice and zombies, de Seth Grahame-Smith.
    • Pride/Prejudice, Ann Herendeen.


    Algumas curiosidades sobre o filme



    • Joe Wright não estava inicialmente interessado em Keira Knightley para interpretar Elizabeth, acreditando que ela era muito atraente. Ele mudou de idéia após conhecê-la, decidindo que sua atitude moleca seria perfeita para o papel .




    •  Keira Knightley estava se preparando para seu papel em Domino (2005), enquanto ela estava filmando O&P, e já tinha cortado o cabelo. Ela teve que usar um aplique durante as últimas semanas de filmagem e mangas compridas para esconder seus músculos.
    •  A cena mesa de jantar na casa de Lady Catherine foi a primeira cena filmada. A conversa de Elizabeth com Mr. Wickham sob a árvore foi a última. As filmagens naquele local, Burghley House em Linconshire, durou de 18 a 22 de julho de 2004, segundo o site da casa. No filme (e no livro), a casa é chamada Rosings. O filme foi gravado quase inteiramente em locações; o único cenário construído para o filme foi o salão da Assembléia Meryton onde Darcy e os Bingleys são introduzidos pela primeira vez, porque os salões de assembléia desse tipo já não existem mais na Inglaterra, ou pelo menos muito difícil de encontrar hoje em dia. A construção do cenário também permitiu que a equipe o construísse em suas especificações exatas. Filmar em um local real que fosse estreito teria sido incrivelmente difícil de qualquer maneira.
    • Todas as seqüências exteriores de Pemberley e algumas do interior, incluindo a galeria de escultura, foram filmadas em Chatsworth House, propriedade do duque de Devonshire. Como a casa funciona como uma casa residência privada e também é a mansão mais visitada da Inglaterra, várias cenas do interior não poderiam, no entanto, serem feitas lá e foram em vez filmadas em Wilton House, Wiltshire.
    •  No início do filme, Elizabeth é mostrada lendo um romance intitulado “Primeiras Impressões” – este foi o título original de Jane Austen de seu romance antes que ela o alterasse para “Orgulho e Preconceito”. Além disso, o texto das páginas visíveis é legível quando em pausa, é o último capítulo de Orgulho e Preconceito, com nomes alterados.
    •  A cena onde Bingley ensaia a proposta de casmaento a Jane foi improvisada. Inicialmente, era para ser mais curta, mas Simon Woods foi tão bom que a cena foi alongada.
    • Rosamund Pike foi a primeira escolha de Joe Wright para o papel de Jane. Ela recusou o papel de Rita Skeeter em Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005) para este filme.
    • O final do filme nos EUA foi classificado como o melhor final de filme de todos os tempos pela Entertainment Weekly.
    • Romola Garai (Emma-2009) fez teste para o papel de Elizabeth Bennet. Em uma nota Joe Wright que estava “relutante” em escalar Simon Woods como o Sr. Bingley, já que ele havia tido um relacionamento com a atriz Rosamund Pike (Jane): “Eu tentei muito não escalar o Simon, mas eu sabia que ele era perfeito . Finalmente liguei para a Ros e perguntei se ela se importava, e ela disse: “Absolutamente não”. Eles não se viam há dois anos mas no dia seguinte eles estavam dançando juntos. Foi lindo.”.
    • Matthew Macfadyen não leu “Orgulho e Preconceito” antes de gravar a adaptação para o cinema. Em vez disso, ele baseou o personagem de Mr. Darcy no script.



    Capas pelo mundo

    Alemanha                                 Itália                                    Dinamarca

                                                              Estados Unidos
                                                             Inglaterra


    Trailer do filme de 2005, legendado



    Trecho do seriado da BBC



    Tomara que vocês gostem , eu me apaixonei pela história assim que eu vi o filme . Foi tão bom, que se tornou um dos meus favoritos.

    Comentem !

    BEIJOS

    AMY XO

    Eventos e série.

    Olá gente!!

    Hoje eu vim falar sobre alguns eventos literários e umas coisinhas diferentes para vocês.

     O livro " Tudo por um Pop-star" da Thalita Rebouças virou musical. O musical estrou dia 5 de Janeiro e está em cartaz no Teatro Clara Nunes (RJ) e Centro cultural João Nogueira ( RJ) . Vejam os horários aqui.

    Inspirado no livro homônimo de Thalita Rebouças, o musical “Tudo Por um Pop Star” aborda temas como amizade, fama e as loucuras que os fãs fazem por seus ídolos. Na história, as amigas Manu (Jullie), Gabi (Thati Lopes) e Ritinha (Larissa Bougleux) se aventuram em uma viagem ao Rio de Janeiro para conferir de pertinho o show de seus ídolos, a boyband Slavabody Disco Disco Boys (Igor Pontes,Christian Villegas, Raphael Rossatto). As três meninas contam com a ajuda da prima Babete (Thais Belchior), que é especialista em tietagem.
    Realização: Aventura Entretenimento


    O livro de Kiera Cass, A seleção, vai se tornar série pela Warner, e já tem piloto gravado apesar de não ter a data de lançamento.
    Alguns personagens já foram divulgado.

    Aimee Teegarden como America Singer
    William Mosely como Aspen

    Beijos gente!! Por enquanto é só , se vocês forem na peça me avisem .

    AMY XO